Marrocos (2026): Rabat
- Fabio Braga

- há 4 dias
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Fundada no século XII d.C., Rabat se tornou capital em 1912, quando Marrocos passou ao protetorado francês. Ao retomar sua independência em 1956, manteve o status de capital do país.
Após sairmos de Casablanca e antes de pernoitar na cidade, fizemos uma visita rápida a alguns pontos de interesse no período da tarde. Visitamos o complexo administrativo onde se localiza a residência oficial do rei e, na sequência, o Mausoléu de Mohammed V e seus dois filhos, Príncipe Moulay Abdallah e Rei Hassan II, pai do atual rei de Marrocos, Mohammed VI.
O mausoléu fica em uma praça onde ainda resistem colunas e a torre de uma antiga mesquita. É uma estrutura ricamente ornamentada onde, durante o dia, versos do Alcorão são recitados ao lado dos túmulos, de forma ininterrupta.
área externa e interior do Mausoléu de Mohammed V
Após a visita ao mausoléu, ainda tivemos tempo de visitar a Kasbah dos Oudaias, uma fortaleza com lojas e uma linda vista do Oceano Atlântico.
A cidade é extremamente bem cuidada, organizada e conta com acesso por trem de alta velocidade. Será palco de jogos de futebol na copa de 2030 e possui um teatro com projeto assinado pela arquiteta Zaha Hadid.
vistas de Rabat, a partir da entrada e do interior da fortaleza Kasbah dos Oudaias
A passagem por Rabat foi conveniente para pernoitar a caminho de Fez, porém eu não diria que é uma parada obrigatória ao montar um roteiro em Marrocos. Por ser uma cidade com características mais próximas de metrópoles, com as quais estamos acostumados, acredito que cidades como Marrakech, Fez ou mesmo Tânger devem ter prioridade na alocação do tempo disponível.

Grand Théâtre de Rabat, projetado por Zaha Hadid



















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